Doze palavras espalhadas num plano, e a reta que liga duas âncoras. Caminhe por ela colando na palavra mais próxima a cada passo: sai uma estrada de intermediárias. Escolha as duas pontas e veja por onde a viagem passa.
As mesmas doze palavras, dispostas de outro jeito — como se um outro corpus as tivesse arrumado. As âncoras são as mesmas de cima; a estrada, não. Quem escolhe o caminho não são as pontas, é o espaço.